terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Matando Robôs

O verso indomável, meu condutor
Sob próprio platonismo, num luto sedutor
O vento cortava-me o cérebro pelo caminho
Eu quero você, comigo sob o lençol de linho
Matando robôs, matando robôs

Girando nos calcanhares, eu avistava robôs
Eles me atacavam com olhares de repúdio
Mal sabiam que aquilo transbordava-me em satisfação
Matando robôs, matando robôs
O líder obsoleto veio me destruir, queria se impôr
O medo jamais abateu meu espírito contraversor
Debochando do próprio ódio e pudor
Eu disparei palavras contra o invasor
Matando robôs, matando robôs
Tentando compreender o quê era dito
Houve um curto circuito no robô maldito
Nenhum outro maquinário ousou se aproximar
Porque a carga sobre um, é suficiente para à todos eliminar.
Matando robôs, matando robôs
Matando robôs... Um dia o sistema cái!
Abaixo, Vossa Santidade: o Papa. Num momento de despojo, entre uma missa e outra.


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