terça-feira, 28 de abril de 2009

Battle for the sun

A volta da prole aos braços maternos. Valha-me Deus, é ridículo presenciar certos fatos. Mediante o desnecessário, penso no que devo e tudo rui. A mão que afaga, é a mesma que vareja a pedra, e que no turbilhão da verdade, não se dá conta do telhado de vidro sangüíneo. Ó ironia, tardas mas não falha, e a justiça miserável, do banquete só come a migalha. O cinzeiro de aflições curtas, transborda num pesar cretino, olho pro lado e me assusto, pois a decepção está sob velha forma. A cega confiança, que de Napoleão deixou apenas a ossada, sucumbiu à impetuosidade das palavras erradas. O enforcado já se foi, e ninguém assistiu ao enterro da última quimera. Paro neste momento, largo tudo pra trás, suspiro fundo e contemplo o sol. I will battle for the sun.

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