terça-feira, 28 de abril de 2009

Dia após dia

Ébrio temporário, que na bebida busca esquecer, o destino que pelas costas lhe apunhalou. A uma hora dessas, por onde andará seu pensamento? Não se faz perguntas para as quais não se quer resposta. Guardo em mim, pensamentos que mandei pelos ares, intactos, nos mínimos detalhes. Ó Deus, por debaixo da frieza, existe tanta emoção. Tempo ao tempo, deixe-me só, o quê fui, não volto a ser.Dá tempo ao tempo, a saudade será tardia, dá tempo ao tempo, ele corre e não cansa, dá tempo ao tempo, pouco importa o que diz, o que pensa, dá tempo ao tempo, mas saiba que sou mortal, e meu sentimento é fictício. Pagarás por todo o mal que me fizestes, e desta vez, abro mão da vingança.

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