quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Eu e Maysa

Estou só, frio e descrente. Receio que Deus não consiga me achar. Já faz algumas semanas que venho estudando em níveis excessivos, talvez, apenas mais uma forma de alienar-me de outros pensamentos que me rondam. Assim como à Augusto dos Anjos; ninguém assistiu ao enterro da minha última quimera. Por hora, agradeço por ainda estar respirando... após a explosão da bomba atômica que me foi presenteada. Saudade até que é bom, melhor do que caminhar sozinho, mas estou velho demais para me dar ao luxo de ficar perdido. Existe um projeto de vida, ah sim, ele resiste e persiste, apenas sob nova forma. Ora, Maysa tem me informado constantemente que meu mundo caiu, mas adoro sentar com ela numa mesa de bar; pedimos wisky, cigarro e expomos de algum jeito nossa podridão interior. Há coisas mais duradouras que o "amor".

Um comentário:

  1. Mais duradoura do que o amor...poderia ser o amor próprio.Um dia a tempestade passará e tudo ficará mais tranquilo e equilibrado para um recomeço. Estamos sujeitos a mudanças em nossas vidas, mas a mudança mais importante que você terá será um enorme crescimento, amadurecimento e foda-se o resto. ;) Lov ú!

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